Uma das principais características do Projeto de Governação dos Oceanos é o facto de permitir oportunidades continuadas e novas de trabalho em rede para gestores de Áreas Marinhas Protegidas (AMP) e de outras instituições. Até à data, em cada fase do projeto, a motivação e o empenho dos parceiros tem sido (e continua a ser) extraordinária, quer no caso dos 3 projetos de geminação estabelecidos (focados nas redes das AMP, resiliência e mamíferos marinhos) quer no caso da colaboração iminente relativa a tartarugas marinhas, cujos primeiros passos são fruto do projeto. Para cada geminação, têm sido mantidas reuniões virtuais com parceiros empenhados em trabalhar da melhor forma possível durante a pandemia, até as circunstâncias voltarem à normalidade.

“Apesar das dificuldades enfrentadas em 2020 e 2021, os parceiros estão realmente empenhados no projeto”, observou a chefe de equipa do Projeto de Governação dos Oceanos, Puri Canals.

Este empenho positivo no projeto é transversal à maior parte das atividades de rede, e não só às relacionadas com os projetos de geminação, a outras áreas também.

“[Os parceiros] estão a partilhar connosco e, desta forma, uns com os outros, as suas próprias experiências e interesses sobre como ultrapassar a situação pandémica”, acrescentou.

A quantidade de parceiros aumentou para esta nova fase do projeto para incluir novas regiões do Oceano Atlântico e também do Sudeste Asiático, onde irão decorrer algumas das principais atividades do projeto.

O objetivo é que todos os parceiros se reúnam para um workshop e uma conferência conjuntos nos finais de 2021 ou em 2022, dependendo da situação pandémica. A equipa de peritos, o adjudicatário e a Comissão Europeia estão dispostos a concretizar esta reunião presencial assim que isso seja exequível: afinal, a governação dos oceanos diz respeito a pessoas e às suas experiências partilhadas. Iremos manter-vos atualizados.